Barra de vídeo

Loading...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A vós

Por tudo o que convosco aprendi.
Sei que nunca nos despedimos do que soubémos amar!
A vós e a todos os outros que aqui não estão as folhas deste meu "caderno de campo".

Trans-ferir de Vitor Oliveira Jorge

Deixo aqui hoje a referência de um blogue, do Professor Doutor Vitor Oliveira Jorge, que tive a sorte de conhecer como Professor de Mestarado na Universidade do Porto.

Por tudo o que me ajudou ainda a refelectir mais profundamente.

E que, com ele, se passe aqui também a falar de «Paisagens de Barro e de Pedra».

http://trans-ferir.blogspot.com/

domingo, 8 de novembro de 2009

Ainda sobre Miróbriga ....

As habitações de Miróbriga e os ritos domésticos romanos MARIA FILOMENA BARATA.

http://www.igespar.pt/publications

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Conhece o Novo Plano de Desenvolvimento Estratégico de Évora?




Elaborado a pensar no desenvolvimento concertado e sustentado da cidade de Évora na próxima década, conferindo-lhe a centralidade reconhecida no desenvolvimenro da região e tendo em mente os seus valores patrimoniaias como geradores de novos recursos, este Plano Estratégico pode ser consultado em:

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Sabia quem foi a primeira presidente de Câmara do Alentejo? A ela, Manuela Oliveira, um abraço.



Figura miúda, mas de olhos atentos, sempre muito despertos.
Frontal na manifestação das ideias e recta na conduta, Manuela Oliveira nasceu no Minho, a 26 de Novembro de 1947, uma de dois irmãos.
Estava-lhe destinado ser professora primária, caminho bastante usual e sedutor entre classes menos abastadas, enquanto o seu irmão poderia frequentar a Universidade.
Com esforço e empenho seu e dos familiares, acabou por licenciar-se em Geografia, em Coimbra.
Trabalhou em Planeamento Regional e em temas relacionados com o Ordenamento do Território, tendo ido viver para Évora em 1977, onde reside por "opção e convicção" até hoje.
Em 1979, foi eleita a primeira Presidente de Câmara do Alentejo, em Portel, "terra da minha (sua) paixão", onde foi mandatada por duas vezes.
Regressada a Évora, trabalhou nos serviços urbanos, no planeamento municipal e desenvolvimento económico do concelho, nas relações internacionais, tendo sido responsável por várias equipas e fez uma pós-graduação na Universidade de Évora em questões ligadas à União Europeia.
Em 2001, aceita o desafio de gerir o Gabinete do Centro Histórico de Évora, Património da Humanidade, onde desempenhou um notável papel no incentivo aos estudos sobre o despovoamento do núcleo antigo; no inventário do tecido edificado, com destaque para os valores patrimoniais; no inventário do espaço público; no estudo sobre as necessidades em equipamentos; nos estudos sobre a evolução da cidade desde a fundação romana; na carta de sensibilidade arqueológica e no Plano de Gestão para o centro Histórico para os próximos 10 anos.
Reformou-se em Junho de 2009, continuando a entusiasmar-se pelas questões do Alentejo, nomeadamente do seu Património e partilhando a sua experiência em aulas que é convidada para dar em Universidades.
Daqui a abraço. Lhe desejo uma boa reforma e lhe faço um repto: que aqui ou noutro local partilhe connosco do quanto aprendeu e ensinou!

O Alentejo ...

esse lugar ...



À Mariana, minha filha, nascida no Alentejo, neta, bisneta, trisneta de Alentejanos, para que disso se orgulhe.

Ao PP pelas viagens feitas e que vou tentar contar.

















Talvez seja deste Alentejo que vá falar neste "caderno de campo" ou de apontamentos que aqui tenciono deixar-vos.
De viagens, muitas feitas em trabalho e outras percorridas no encalço de qualquer lugar que queria visitar.
Delas foram ficando rascunhos ou ideias apenas, que sempre pensei, um dia, ter tempo para arrumar.
Agora, completado-se já mais do que um ano do momento em que decidi atravessar a ponte, está na altura de as organizar.
Muitos textos serão reeditados ou retrabalhados, porque nem sempre a sua especificidade se apropria a um lugar como este.
Uma coisa é certa, dele farei o meu testemunho do que foram anos a ouvir histórias sobre sítios, sobre momentos vividos.
E partilharei, ao ritmo do que os serões me permitem, do que foi e é para mim o Alentejo e dos lugares ainda habitados pelas margias.

Assim, fica a dedicatória ao meu Alentejo e aos que lhe pertenceram e pertencerão.
Porque tudo o que se viveu ninguém nos roubará, e não morrerá.
Se a Palavra fôr capaz de o contar e se a Palavra fôr capaz de resistir, mesmo quando nos quiseram calar ...


















É grande, de facto, o Alentejo: o território onde se situam planuras e montanhas, onde se vê a seara ou o mar; onde se espalha o montado ou o trigo; o espaço onde sempre se semearam e semeiam gentes com histórias multi-seculares, testemunhadas nas marcas que foram deixando: grutas com pinturas rupestres de que poderia citar os exemplos do Escoural ou os de Fronteira; as suas antas, disseminadas por todo o território, cujo exemplar do Zambujeiro é dos mais notáveis peninsulares; os seus povoados pré-históricos; as cidades e uillae rústicas ou ainda os uicus mineiros romanos; ou os vestígios da ocupação islâmica que, em Alcácer, Ourique, Almodôvar ou em Mértola entre tantos outros, podem falar-nos desses tempos remotos.



Villae romanas da Tourega, Évora, de S. Cucufate, Vila de Frades.

O Alentejo tem o maior concelho da Europa, Odemira, mas, no entanto, a desertificação deixou-se sobre ele abater, bem como sobre tantos outros concelhos da raia, do Baixo ou do Nordeste Alentejano, pese ainda se dizerem os seus Homens caçadores do que já nem na coutada há.





O Alentejo sente a perda das suas gentes e das actividades e ofícios que secularmente as ligaram aos lugares: a agricultura, a mineração, entre tantas outras.


Mas o Alentejo mantém ainda, teimosamente, a qualidade dos seus lugares, sejam os seus núcleos urbanos ou os seus montes, espaços religiosos ou sítios arqueológicos; a excelência dos seus produtos e dos seus recursos: a vinha que, já em período romano, permitiu que, em Vila de Frades, Vidigueira, se instalasse uma importante e rica casa agrícola, que ainda hoje, teimosamente, copiam as parras de Paulo Laureano; os seus cavalos representados na villa romana de Torre de Palma, Monforte; ou participantes das corridas no Hipódromo romano de Miróbriga, Santiago do Cacém; ou ainda hoje os Lusitanos reproduzidos na Coudelaria de Alter. Em Alter, sobre a cidade romana, construirá a família real residência acastelada, ao que consta para aí se dedicar a caçadas memoráveis, no espaço que hoje podemos visitar, pois em núcleo museológico se tornou.




Do seu peixe, sempre presente na dieta alentejana, que os testemunhos romanos do centros conserveiros de Tróia, no concelho de Grândola, ou de Sines e da Ilha do Pessegueiro são exemplos; Os tunídeos, menos hoje que ontem, continuam a fazer parte dos manjares litorais; e o cação, uma das melhores sopas que o Alentejo produz, a par das sopas de cardos, de beldroegas, ou de tomate como só S. Manços tem, e é pitéu celestial.


Ou ainda do peixe dos rios ou barragens, também eles recursos e vias fundamentais do território. Achegãs levam às barragens famílias interias em Domingos soalheiros, se bem que o Alqueva cada vez mais lhes vá tirando lugar com sítio de lazer.


Nas suas malgas e potes de barro, sejam as de S. Pedro do Corval, do Redondo ou de outro lugar qualquer salgam-se as carnes para as linguiças e enchidos no geral, fazem-se sopas e servem-se cozidos de grão.
Em Nisa a água fresca guarda-se em peças cravejadas a pedrinhas, como em mais nenhum lugar há.







Os rios que fazem do Alentejo uma Mesopotâmia, melhor, uma triangulação entre o Tejo, o Sado e o Guadiana, fornecendo e escoando produtos: piscatórios; agrícolas e mineiros.
O Sado, essa única via que cruza o território de Sul para Norte, navegável até Alcácer até há bem pouco tempo, que em Alvalade ou em Alcacer permitiu ocupação desde a Pré-História, e o Guadiana, cuja navegabilidade transformou secularmente Mértola em lugar central, bem como o Mira que, na sua foz é viveiro de ocupações de todas as épocas.
Os três permitiam a circulação de bens e a exploração agrícola dos seus vales.



















Das suas águas, recurso mais escasso nos nossos dias, que permitiram irrigar os campos, fornecer os núcleos urbanos, e cujas estruturas hidráulicas são ainda visíveis nas inúmeras mães de água; poços; noras; azenhas, picotas e condutas pulverizadas por todo o Alentejo. Mas ainda as suas barragens, cujo notável exemplo romano de Pisões permite testemunhar como, já em período romano, os barros de Beja foram local privilegiado para a exploração agrícola.


A água e a necessidade de o homem se apropriar desse bem fundamental foi, desde sempre, preocupação no Alentejo, como é notório já em periodo romano, através da construção de inúmeras represas, a exemplo da de Pisões ou de Cuba, junto da Igreja de Nª Senhora da Represa, e a construção do Alqueva, nos nossos dias.
Mas poderemos ainda referir as águas termais que, também já conhecidas de latinos, continuam a permitir que repousem em Castelo de Vide tantos visitantes e pacientes.

Ou falar do seu azeite de excelência que, com o pão e o vinho, constitui a triologia mediterrânica e que percorre o tempo connosco.





Em Moura, como em tantos outros lugares, podemos através do seu lagar de varas apreender como eram essas tecnologias já perdidas de transformar azeitona nesse outro líquido essencial, divino.

E lembrar os seus doces conventuais que o alentejano Alfredo Saramago tão bem deu a conhecer nas suas obras sobre a Gastronomia do Alentejo. Esses doces que nos sussurram os segredos dos conventos, que, no caso particular de Évora e de Vila Viçosa, fruto das estadas e convivências com a corte, se foram gradualmente instalando.



















Ou da lã das suas ovelhas e dos tapetes e mantas que com elas se teceram: os de Arraiolos, cujas tinas de tinturaria provenientes de escavações relativamente recentes em pleno Centro Histórico vieram comprovar fabrico já em Época medieval; ou as mantas de Mértola que, com os seus pontos e as suas tramas, foram contando histórias seculares. Como os pontos de Portalegre, heroicizados por muitos dos grandes criadores portugueses que para eles prepararam desenhos.

Esse mesmo borrego que para além de fornecer a lã quase substituiu, no período islâmico, a importância do porco alimentado a bolota que pasmou os Romanos.
Mas a coexistência do borrego e do porco proibido a Muçulmanos, mas do agrado de Romanos e Cristãos, acabou por manter-se, constituindo a dieta básica no Alentejo, motivo pelo que a sua morte ainda é consagrada ritualmente.

Da cortiça, industrialmente explorada desde o século XIX, que enrolha os melhores vinhos de Portugal e da Europa e que, na Serra do Cercal, permitiu também construir, na sua totalidade, casas de pequenos rurais e acentuar em Portalegre, com a instalação da Fábrica Robinson, o seu lado industrial.

O seu mel, manjar dos deuses, e que, ainda nos nossos dias, constitui produto de excelência em feiras nacionais e internacionais, pois as abelhas colhem dos campos em flor o néctar essencial.

Mas podemos ainda relembrar o papel que desempenham, ontem e hoje, os seus minerais; granitos, xistos, calcários e os célebres mármores de Estremoz e de Vila Viçosa, onde há testemunho de exploração de pedreiras desde o período romano.

Ou dos seus metais, conhecidos e explorados desde a Idade do Metais, como bem o refere o texto do geógrafo de origem grega Estrabão, cuja exploração mereceu, em Aljustrel, no período romano, regulamentação específica, e que, tendo mantido em S. Domingos, em Mértola, na Caveira e no Lousal, Grândola, grande parte da população, continua ainda hoje a fixar as gentes de Castro e de outros lugares.

E do seu património religioso, cruzando o tempo com matizes das épocas e dos lugares, num sincretismo particular, como, apenas a título de exemplo, podemos citar a cristianização das antas de S. Brissos ou de Pavia; o santuário de Endovélico em Terena, Alandroal; o templo romano de Santana do Campo, Arraiolos; ou da mesquita de Mértola.


















Ou falar das suas torres acasteladas, como a Torre d'Águias ou do Esporão, dos seus castelos e fortificações, pré-históricas e históricas, com particular incidência nas de origem medieval, quer seja islâmica, como o notável exemplo de Alcácer do Sal, tampão estratégico do Sado, onde no interior do castelo se espelha uma história milenar, quer cristã, como é o caso do altaneiro castelo de Belver, Gavião, sobre o Tejo, o primeiro construído pela ordem dos Hospitalários, iniciado com o dealbar da nacionalidade, em 1194. Ou também conhecer o imponente castelo medieval de Évoramonte, onde no seu interior se instala marcante edificação manuelina.

Mas ainda é possível reconhecer no Alentejo os bens de outras ordens religiosas, como é o caso dos Espatários que dominaram praticamente todo o litoral, de Palmela a Odemira, vale de Santiago adentro, e a zona Meridional, até Mértola. As suas igrejas ou os seus marcos territoriais, simbolizados com a espada da Ordem e a vieira do caminhante de Santiago, são ainda os centros religiosos de muitas pequenas povoações desse extenso território.

Mas ainda dos Templários que, na Flor da Rosa, Crato deixaram um notável mosteiro, mandado erguer pelo pai do Contestável, D. Nuno Álvares Pereira.

As fortificações do Alentejo remetem-nos também para as convulsões de todas as épocas da História de Portugal: as da Reconquista e as das infindáveis escaramuças entre Portugueses e Espanhóis, de que os exemplares de Campo Maior ou de Elvas, onde estão presentes várias cronologias, são de salientar.

Ou aquelas onde se desenvolveram intra-muros ou fora de portas aglomerados urbanos que o tempo ajudou a consolidar e a expandir, como são, e apenas a título de exemplos, pois poderíamos citar centenas, Sines, Santiago, Montemor, Arraiolos, Monsaraz, Estremoz, Évoramonte, Marvão, Portalegre, Elvas, Serpa, Moura.



O Alentejo é ainda a qualidade dos seus núcleos urbanos, sobranceiros ou de planura, de que a capital, Évora, a Liberalitas Iulia, fundada oficialmente por Romanos, mas de possível origem anterior, classificada como Património Mundial e que segundo Orlando Ribeiro «é a cidade mais bela de Portugal», que sendo, portanto, de excelência, poderá ainda vir a sê-lo mais, através da construção de um Amanhã que, retirando do Património de ontem proveito, permita construir o património do Futuro.


Ou de Beja, a Pax Julia romana onde, séculos adiante, construiu edificação D. beatriz, e onde, mais tarde, viveu , sofreu e escreveu Mariana Alcoforado, no convento hoje conhecido por Rainha D. Leonor.

Da história da ocupação da cidade nos fala, para além de todos os outros locais que em Beja nos permitem rememorar a sua evolução, o Núcleo Museológico da Rua de Sembrano recentemente inaugurado no centro histórico da cidade.


O Alentejo é tudo isso.



E principalmente o sincretismo o religioso pagão e cristão, que nem a Inquisição sediada em Évora conseguiu combater e ainda o cante com que entoam as gentes, chorando e bailando com a luz que banha a planura.





Hoje choraria ao vê-los cantar.



Agradeço ao Joaquim Carvalho as duas fotografias de Ammaia.
Fotografia (pequena) Évoramonte: Wikipédia

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Em Arraiolos há castelos, igrejas, belas ruas estreitas e há tapetes e tinturarias ...


As tinturarias tingiram lãs em Arraiolos desde, pelo menos, a Época Moderna.
Centenas de tinas, escavadas na rocha mãe, comprovam como a produção já era quase "industrial".

Na Praça central de Arraiolos e debaixo das casas que a circundam escondem-se as tinas que guardavam dentro de si as cores tornadas imortais nos pontos de quem os tapetes sabe tecer.

Ao Luiz, porque sabe que com pontos se tecem histórias e se dão nós.

Para melhor conhecer os tapetes de Arraiolos ...


No dia 7 de Novembro, pelas 17:30h, no edifício Arraiolos - Multiusos, haverá lugar ao lançamento do livro "Contributos para a História dos Tapetes de Arraiolos" da autoria de Bruno Lopes.

Trata-se de uma co-edição entre a Apenas Livros e a Terramar e conta com o apoio da Câmara Municipal de Arraiolos, do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva e o Centro de Apoio às Tapeteiras de Arraiolos. O Prefácio ficou a cargo da Prof. Doutora Antónia Fialho Conde e da Prof. Doutora Ana Cardoso de Matos, docentes do Departamento de História da Universidade de Évora.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Se puder ir a Mértola .. (reed.)

Sinta o tempo que que parece não findar nas ruas de Mértola.
Não se sabe se ali é o Mediterrâneo que chega pelas mãos do Guadiana,
ou se para o mar se escoa o calor e os minérios do Levante, a partir do Pomarão.
Em Mértola, em cada viela, sussuram séculos de histórias.
Mundos de mundos que ali nunca deixaram de se sobrepor, de coexistir.
A Matriz, mesquita que também o foi, é branca, caiada, como o são as páginas brancas sobre as que se escreve uma história que ali não parece findar, onde Romanos, Visigodos, Muçulmanos, Cristãos deixaram marcas, rastos dos caminhos sulcados e das viagens feitas rio acima e abaixo.

Em Mértola pode ouvir falar de Arquitectura Vernacular ...

Rume a Mértola um dia ...

Em Santo André pode conhecer melhor Alda Guerreiro


Sabia que a poetisa Alda Guerreiro nasceu em Santiago de Cacém, a 6 de Janeiro de 1878, e que desempenhou ali um papel fundamental na educação, tendo-se pautado por reconher a necessidade de formação das mulheres e do ensino popular?

Em Santo André, no Centro de Actividades Pedagógicas Alda Guerreiro, pode ver uma exposição sobre esta mulher, cujo pensamento marcou o Litoral Alentejano, e que foi coordenada pelo Doutor João Madeira.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Monsaraz - Reconstruir a Memória, Ana Paula Amendoeira

Na Casa do Alentejo
Lançamento no dia 24 de Outubro, às 15h 30m

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Conhece o Convento da Conceição em Beja?

Sabia que a sua construção se deve a D. Beatriz, conhecida como "Rainha Velha", ao que parece alcunha dada por Gil Vicente ? ...
Neta, mãe e sogra de reis, nunca foi rainha. Mas, mesmo assim, foi mulher de grandes posses e poder, tendo mesmo estado à frente dos destinos do Mestrado da Ordem de Cristo e foi agente directa da Epopeia dos Descobrimentos, tendo colaborado activamente com D. João II.
Para melhor conhecer esta personagem, leia a excelente obra de Fina d'Armada «O Segredo da Rainha Velha».
Fotografia: Janela onde (reza a história) séculos mais tarde Mariana Alcoforado olhava a planície alentejana e onde se inspirava para escrever as suas «Cartas Portuguesas».

O CIDEHUS - Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora

Conhece as actividades do Centro Histerdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora?

Vale a pena conhecer.

Consulte:
http://www.cidehus.uevora.pt

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Em Santana do Campo, Arraiolos ...


Na Sede da Associação Social Unidos de Santana do Campo, vai realizar-se o encontro «Espaço de Identidade e Memória», no dia 31 de Outubro, entre as 9h: 13h.

Parabéns pela iniciativa.
Refiro que já aqui havia sido dedicada uma pequena nota sobre este extraordinário sítio em Agosto do corrente ano.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Três cadeiras no Alentejo

Aprestos, e deusas, de Atavio
O culto em cima é de perfil
Porém, Todavia e Contudo. Um
Pouco de barro na noite, fria
Como se chama? Diz que escondido

No meio das mulheres, o deus
Da Empresa. à força de uns períodos
Castelos protegidos de antigas
Batalhas servem agora p'ra mudar o penso
E por Espanha três cadeiras no deixa.

Gil de Carvalho
"De Quatro e Cinco", Poemário 2009

Programas do Alentejo 2000-2008 (IPPAR)

Montagem: Fátima Pereira

terça-feira, 6 de outubro de 2009

No Espaço Vol em Serpa


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Guia Turístico de Évora no Telemóvel (reed.)


Press Release


Câmara Municipal de Évora e M-INSIGHT assinaram um Protocolo para o desenvolvimento de um novo serviço que irá permitir ao Turista/Visitante importar para o seu telefone móvel o Guia Turístico de Évora.

Évora irá passar a disponibilizar um serviço inovador, desenvolvido pela M-INSIGHT, o qual irá permitir a subscrição do Guia Turístico da cidade através do envio de um simples SMS com um código específico. O subscritor receberá no seu próprio telefone móvel o Guia Turístico, no seu idioma (português, espanhol, inglês e francês).

Com o Guia Turístico de Évora no Telefone Móvel o turista irá obter informações relativas aos monumentos, museus e pontos de interesse da cidade, poderá realizar vários roteiros temáticos acedendo ao seu itinerário e aos conteúdos de cada uma das atracções, aos locais onde comer, onde ficar, às animações turística, nocturna e cultural, aos diferentes tipos de comércio, aos eventos e ainda a diversos serviços públicos que poderá encontrar em Évora. Pretende-se que exista uma forte adesão de entidades ligadas ao turismo e à cultura da Região.

O serviço irá ser disponibilizado, a partir de Setembro próximo, numa parte significativa dos telefones existentes no mercado, permitindo a massificação do serviço, estando prevista a sua apresentação, em Évora, no dia 26 de Setembro, pelas 10h 30m, no Palácio D. Manuel, enquadrada no dia Mundial do Turismo.

“A assinatura deste Protocolo é o primeiro passo para a implementação de um serviço inovador em Évora, que irá estar disponível para todos aqueles que queiram visitar a nosso cidade. O Guia Turístico de Évora no Telefone Móvel insere-se na estratégia de divulgação do conhecimento e na melhoria das condições de acesso à informação relacionados com Évora, possibilitando a transposição dessa informação para a palma da mão de visitantes e turistas” – referiu José Ernesto d’Oliveira, presidente da Câmara Municipal de Évora.

“ O Guia Turístico de Évora no Telemóvel irá permitir ao turista melhorar a sua experiência, utilizando o seu próprio telefone móvel. O acesso a informação detalhada sobre a cidade, contextualizada, irá contribuir para uma maior e melhor interacção com os activos turísticos e pontos de interesse e desta forma contribuir para o aumento do tempo de estada no local” – disse António Cordovil, responsável da M-INSIGHT pela gestão do projecto na Região do Alentejo.


Sobre a M-INSIGHT
A M-INSIGHT Technologies é uma empresa especializada na edição e distribuição de conteúdos de grande riqueza gráfica para telefones móveis. A sua estratégia passa por uma abordagem à cadeia de valor de diferentes indústrias, construindo soluções de negócio apropriadas a cada uma das fases dessa cadeia de valor.
A M-INSIGHT desenvolveu um conjunto de soluções para a cadeia de valor do Turismo, tendo o Guia Turístico o objectivo de melhorar de uma forma importante a experiência do Turista/Visitante quando chega a um destino, contribuindo para aumentar o seu tempo de estada no local, com impactos directos na economia da Região.

Citação a partir de: www.m-insight.com.
Contactos: info@m-insight.com; +351214571091

domingo, 20 de setembro de 2009

Destaque: Alvalade recuperou a Igreja da Misericórdia








A Junta de Freguesia de Alvalade com a colaboração do Município de Santiago do Cacém promoveu a recuperação da Igreja da Misericóridia, bem como os trabalhos de escavação prévios, sob a coordenação de Rui Fragoso, tendo inaugurado, no dia 19 do corrente mês, uma mostra dedicada à ocupação do território sob o título genérico Alvalade no Tempo - Historiografia do Médio e Alto Sado.

Para conhecer um pouco da história de Alvalade (que é melhor contada na exposição) pode ver:

http://mulheresaoluar.blogspot.com/

Fotografia do rio Sado: José Matias

Cumprimento daqui todos os colaboradores deste projecto, bem como a Junta de Freguesia e Autarquia pela iniciativa.